Astrologia em 2020 x Pandemia

[Fonte: Pixabay]

Os astros falam muito sobre nosso presente, passado e futuro.

Através deles, da dança que fazem no céu…

Conseguimos imaginar qual o tom de cada ano, de cada mês, até mesmo de cada dia da semana.

Conhecer os efeitos de uma lua fora de curso ou os desastres de mercúrio retrógrado pode poupar muita dor de cabeça.

Esse é o ano do Sol, do nosso astro-rei.

A princípio, pode parecer estranho uma pandemia em ano de regência solar. Mas, na verdade não é.

O que o ano do Sol tem a ver com a pandemia? Descubra aqui!

2020 é um ano solar

O ano de 2020 é regido pelo Sol, o rei que nos alimenta de energia, doador de luz e consciência.

Essa energia nos ajuda a evoluir, tanto na vida prática, quanto na emocional, mental e espiritual.

Um ano solar é um ano de transformação, de reflexão e percepção da verdade, onde temos a oportunidade de conhecer melhor nossa essência e descobrir nossa missão.

É um ano para ressignificar, refletir e evoluir. É um ano para brilhar.

Mestra Atena fala muito disso neste vídeo!

Confúcio

Na mitologia, o deus Sol está relacionado à fertilização da Terra e com o arquétipo masculino familiar, como o pai, o avô, o marido, o irmão, um tio ou primo.

Ele define a chamada jornada do herói, nossa trajetória de crescimento e luta diante dos desafios da vida.

Por isso, o Sol é progressivo, é um princípio que está sempre ativo, dinâmico, que nos empurra para frente, para o crescimento e a consciência.

Essa é a energia de um ano solar e ela mexe muito com a família e traz muito sentido ao isolamento e essa convivência ininterrupta com nossos familiares.

Neste vídeo, explicamos melhor a relação da Pandemia x isolamento social e seu real significado…

Mudanças e aprendizados acontecem através de desafios

Se 2020 era um ano de mudança, penso que a astrologia nunca conseguiu ser tão exata.

Estamos diante de uma mudança global tão drástica, que mal conseguimos digeri-la ainda. Alguns, ainda sequer conseguem aceitá-la.

Mas nada disso era uma surpresa: já era previsto um ano de reencontro com a nossa essência por meio de questões relacionadas à economia, já que damos tanto valor a ela.

Sabíamos que líderes de países encontrariam grandes dificuldades e que, como resultado, poderíamos ter até guerras e catástrofes.

É exatamente o que vivemos hoje: uma guerra sem bombas e sem armas.

Nossa guerra é contra nossos valores e contra o sistema que alimentamos.

Nossa guerra é pela empatia, pela consciência do outro, por um mundo mais justo.

Corremos contra o tempo para salvar vidas, e a forma de fazer isso é tentando consertar os erros cometidos até agora.

Era urgente tomar consciência de quem somos, desenvolver a empatia e ser mais solidário com a dor do outro.

A natureza também estava pedindo socorro, e nossa relação com ela também entra nesse panorama de análise e reflexão.

Tivemos que parar. Fomos obrigados a parar. Estamos sendo forçados a olhar para dentro, através desse chamado para desacelerar.

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O Sol ressalta a verdade

O Sol ilumina, nos tira das trevas. É ele que vence a escuridão da noite, todos os dias, anunciando que mais um dia começa.

Sua energia gera a luz, e essa mesma luz é também a força que ilumina a verdade. Um ano solar é um ano em que as máscaras caem, o que está escondido aparece.

A verdade aparece e a sombra fica iluminada.

Com a pandemia, não há mais espaço para fingirmos que não estamos vendo, para continuar empurrando para debaixo do tapete o mundo que criamos.

Nossas mazelas agora nos assombram; a verdade está escancarada, basta encará-la de frente.

Precisamos mudar tudo, e, por isso, foi preciso parar.

Aos poucos mais e mais pessoas vão perceber o poder que possuem para transformar a Terra, e o quanto a ação é a varinha mágica dessa transformação.

A verdade é que em um mundo espiritualizado, com consciências despertas, ninguém morre de fome.

Ninguém mora na rua, ninguém é explorado e ninguém vive uma vida indigna, vazia. Ninguém morre pela economia.

Não ter hospitais para todos sempre foi um problema, as favelas sempre foram um problema, a fome sempre foi um problema.

Agora, é a conta que bate em nossa porta. Tudo tem um preço.

Não há verdade maior sobre nós do que a certeza que falhamos como sociedade.

Estávamos doentes muito antes do vírus, mas chamávamos de sucesso, de progresso e civilidade os nossos sintomas.

As diferenças, gostamos de chamar de mérito. A economia é nossa rainha e obedecemos ao deus capital. Aceitamos as regras que fazem com que uns morem em palácios, e outros em barracos.

E agora estamos diante desse monstro que criamos, uma verdade incontestável que está iluminada pelo Sol. Paramos, para tentar transformar.

A lição é essa, a mensagem é clara. Precisamos mudar tudo. É a luz da verdade.

No fim das contas, a pandemia combina muito com um ano solar. A astrologia nunca erra.

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